quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Prieto diz que estava sem clima na Band e flerta com dois canais esportivos

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“Fora do ar'' desde o final de 2014, quando encerrou seu contrato com a Band, o narrador Nivaldo Prieto está próximo de anunciar o seu próximo trabalho. Pelo menos é o que ele espera. “Estou louco para voltar'', afirma.

Apesar de dizer que ainda não tem nenhuma proposta sobre a mesa, o narrador pode ter como destino a Fox Sports ou o Esporte Interativo. Enquanto a Fox vai transmitir os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no ano que vem, o Esporte Interativo terá a partir do meio do ano a exclusividade na Liga dos Campeões.

“Tenho lido alguma coisa a respeito, mas não há proposta. Tenho muitos amigos na Fox e no Esporte Interativo, mas é preciso aguardar um pouco'', afirma.

O seu contrato com a Band, que venceu em dezembro, não foi renovado. Ele esteve no canal na última década. “Acabou sendo uma decisão em conjunto. Eu não estava feliz como fui muito tempo por lá, e a emissora também não estava satisfeita. Conversamos e resolvemos a minha saída'', diz ele.

O narrador, que era muito ligado a Luciano do Valle, acabou perdendo um pouco de espaço após a Copa do Mundo, o que, de alguma maneira pode ter ajudado na decisão.
Com 33 anos de profissão, Prieto se considera um profissional versátil. Passou pelo rádio, fez diversos trabalhos de locução e se especializou na área esportiva a partir dos anos 90.

“Já fiz diversos tipos de trabalho. Apresentei Miss Brasil, Miss Universo, transmiti Carnaval, e no rádio, trabalhei no “Geral''. Dentro do Esporte narrei futebol, vôlei, basquete, Olimpíadas de inverno (…) Curto coisas novas. Não gosto de monotonia, mesmice. Não fecho portas para nada. À vezes é bom sair da zona de conforto'', afirma.

O narrador conta que depois da cobertura do Massacre do Carandiru, em 1992, pela rádio Eldorado, resolveu dar um tempo do “hardnews''. “Eu apresentava um programa de Cultura na antiga rádio Eldorado e aos poucos, fomos introduzindo um pouco de esporte. Deu certo e depois começamos um um programa de esporte. Nunca mais saí'', afirma ele, que chegou a atuar como repórter de política.
Prietto diz, por exemplo, gostar do formato dos atuais jornais matutinos, em que há mais interação com o público e a possibilidade de opinar. “Por exemplo, não me vejo em um telejornal, lendo o teleprompter''.

Fonte: UOL Esporte

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