quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Caixa planeja ampliação de investimentos no futebol em 2017 incluindo a Copa Verde


A Caixa deverá ser ainda mais presente no futebol brasileiro na próxima temporada. As mudanças no comando da companhia estatal não alteraram o peso dado ao esporte, e o marketing da empresa já tem preparado um plano mais abrangente para 2017 incluindo a Copa Verde de Futebol.

Em conversa com a Máquina do Esporte, o superintendente de marketing da Caixa, Gerson Bordignon, falou sobre o investimento no futebol e confirmou que o plano é incluir novos contratos masters anuais aos que já estão vigentes na atual temporada.

“Possivelmente, sim. O trabalho que estamos finalizando agora, nós vamos apresentar ao conselho. Eles aprovando o trabalho e entendendo que está na métrica correta, será incluído”, afirmou o executivo.

No início deste ano, a Caixa havia anunciado o investimento de quase R$ 100 milhões no futebol, o que incluía nove clubes da Série A, além de torneios como a Copa Verde, Copa do Nordeste e Brasileirão Feminino. A conta, no entanto, cresceu ao longo da temporada. Além da renovação com o Corinthians, novos times foram incluídos no fim da temporada.

No último mês, Botafogo, Fluminense e Santos apresentaram acordos com a Caixa. Esses, no entanto, era acordos curtos, até o fim deste ano. Trataram-se, apenas, de uma “gordura” orçamentária no marketing da empresa, convertido em novos aportes. No ano que vem, por outro lado, deverá ser diferente, com um orçamento ainda maior para o esporte.

“Nós não estamos fazendo nenhum voo amador. Nós estamos muito bem planejados. No início do ano, o momento era outro. Mas agora, no fim do Campeonato, nós vimos que dava para agregar mais alguma coisa”, explicou Bordignon.

Não é só o futebol que deverá ser contemplado com os investimentos da Caixa. A empresa mantém uma série de aportes em esporte olímpicos e, mesmo após o Rio 2016, a verba deverá ser sustentada. A companhia ainda não tem definido quais serão os beneficiados; poderá haver trocas nos patrocínios. O aporte de quatro anos ao NBB, que não existia antes, é um exemplo. A parceria foi assinada neste ano.

A manutenção do esporte tem explicação na Caixa: os resultados têm agradado à direção, independente da presidência que gere a companhia. “É uma bela exposição de marca. Nós conseguimos trazer muito atributo de valor associado ao esporte para a empresa”, justificou Bordignon.

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